Na tarde desta quarta-feira (24), um homem de 39 anos morreu após entrar em confronto com policiais militares da Companhia de Choque na BR-369, em Cambé, no norte do Paraná. A ocorrência foi registrada durante uma tentativa de abordagem ao suspeito.
De acordo com a Polícia Militar, a ação foi resultado de um trabalho integrado entre a Agência Local de Inteligência (ALI) do 30º Batalhão da PM e equipes do Choque. O homem foi identificado como Paulo Henrique Rei dos Santos, conhecido no meio policial pelo vulgo “Palmito”. Ele era apontado como suspeito de chefiar uma quadrilha especializada em roubos de cargas em rodovias, além de ser investigado por envolvimento com a facção criminosa Comando Vermelho e por homicídio contra um agente de segurança pública.
Ainda conforme a PM, no momento da abordagem, após o acionamento dos sinais sonoros e luminosos da viatura, o suspeito teria apontado uma arma de fogo em direção aos policiais. Diante de uma situação considerada de iminente e injusta agressão, a equipe reagiu e efetuou disparos. O homem foi atingido e caiu no local.
O socorro médico foi acionado imediatamente, porém, com a chegada das equipes de atendimento, o óbito foi constatado.
Com o suspeito, os policiais apreenderam um revólver calibre .38. A Polícia Militar informou ainda que Paulo Henrique possuía diversas passagens pela polícia, incluindo crimes como roubo, formação de quadrilha, sequestro e cárcere privado, roubo majorado, corrupção de menores, desacato e homicídio qualificado.
Segundo as investigações, “Palmito” também era investigado por envolvimentoroubo a um ônibus de turismo ocorrido na noite do dia 15 deste mês, em Ibiporã, quando uma carga de eletrônicos foi levada pelos criminosos. No dia seguinte ao crime, a polícia localizou o paradeiro da parte da carga em uma chácara localizada na rua Luiza Bete, na região da Gleba Lindóia. Durante a tentativa de abordagem naquele local, cinco criminosos fortemente armados morreram após entrarem em confronto com as equipes policiais.
Paulo Henrique também esteve envolvido, em dezembro de 2011, na morte de um policial rodoviário federal em Florianópolis (SC). Na época, ele foi condenado a 28 anos e 8 meses de prisão, porém encontrava-se em liberdade atualmente.
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