Foi sepultado no último domingo (15), no Cemitério João XXIII, em Londrina, o corpo de Luiz Carlos Rossi, de 68 anos. Ele ficou conhecido em Londrina por sua luta incansável por justiça após o assassinato da filha, Amanda Rossi, em 2007.
Amanda, que tinha 22 anos, foi encontrada morta na sala de máquinas da piscina da Universidade Norte do Paraná, durante um evento de dança realizado na instituição. Estudante do curso de Educação Física, a jovem foi vítima de asfixia, em um crime que chocou a cidade e ganhou repercussão nacional na época.
A morte de Amanda Rossi é considerada um dos casos mais emblemáticos de violência em Londrina. Ao longo dos anos, a investigação passou por diversas reviravoltas, mas nunca houve a confirmação oficial da autoria ou da motivação do crime. Em 2021, o caso acabou sendo arquivado.
Desde a morte da filha, Luiz Carlos Rossi se tornou uma figura conhecida pela persistência na busca por respostas. Ele participou de entrevistas, manifestações e mobilizações, mantendo o caso em evidência por anos, sempre cobrando justiça e esclarecimentos das autoridades.
A morte de Luiz Carlos Rossi encerra um capítulo marcado por dor e resistência. Para muitos moradores de Londrina, ele deixa o legado de um pai que nunca desistiu de lutar pela memória da filha e pela elucidação de um crime que permanece sem solução.
Nossos sentimentos à família.
Fotos: Gazeta do Povo/Divulgação
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